Sindilojas Curitiba

Guerreiro do Comércio

O prêmio que destaca empresários de sucesso do estado – o Troféu Guerreiro do Comércio.

Download da apresentação SINGES

Na busca da Excelência em Gestão Sindical, o Sindilojas Curitiba em parceria com a Ao Ponto News, desenvolveram o Sistema de Informações e Notícias para Gestão Empresarial e Sindical – Singes, um sistema pelo qual a entidade sindical disponibiliza em seu site e também em dispositivos móveis, mais de 70 mil notícias diárias em um único local, segmentados de acordo com as necessidades dos empresários e leitores.

Estas informações servem como subsídio para gestão empresarial e sindical, proporcionando sustentabilidade, agilidade, redução de tempo e principalmente dos custos operacionais, pois não há necessidade de assinar jornais, revistas e outros veículos impressos. Ainda, é possível gerar receitas às entidades envolvidas.

O Singes foi apresentado no 31º CNSP na última quarta (15), no Painel de Comunicação e Marketing, bem como, discutido nos dias 15, 16 e 17 pelo jornalista e assessor executivo de comunicação empresarial e sindical, empresário da Ao Ponto News, Gerson Ricardo Garcia nas “Rodadas do Conhecimento”, onde o Sindilojas Curitiba pode divulgar seu mais novo produto e serviço disponível aos empresários representados.

Entre em contato com o Sindilojas Curitiba e conheçam nossos produtos e serviços:

Telefones: (41) 3224-3292(41) 3224-3292 / (41) 8866-0917

E-mails: comunicacao@sindilojascuritiba.com.br / gerson@aopontonews.com.br

 

Sim, o e-commerce está cada vez mais presente em nosso dia a dia, é comum hoje ao consumidor, antes de efetuar a compra fazer uma pesquisa online do produto, analisar comentários, avaliações e preços e apenas depois efetuar a compra. Mesmo quando ele opta em ir até a loja física, o consumidor fala com o vendedor com estes dados em mãos, antes de fechar o seu pedido.

Ter um e-commerce pode se tornar vantajoso para o lojista que pretende expandir o seu negócio. É preciso de um bom planejamento e que as decisões sejam tomadas corretamente. Não existe uma fórmula mágica, mas sem dúvida, uma das coisas mais importante é a preparação do empreendedor para ingressar neste novo mercado.

Dados de crescimento

Segundo dados do Webshoppers o e-commerce cresceu 24% em 2014 e 15% em 2015, com previsão de crescimento no ano de 2016, mesmo com a crise econômica que o país atravessa.

Além de crescer o número de vendas, cresce também a quantidade de e-consumidores, se em 2011 eram 19,1 milhões, em 2016 já são 33,9 milhões. Aproveitar este novo canal de vendas é uma grande oportunidade, não dá mais para ficar de fora como espectador.

Dentro deste cenário, listamos algumas dicas importantes para ingressar no e-commerce e aproveitar as oportunidades que o mundo digital proporciona para você e seu negócio.

blog-ecommerce-sucesso

01 – Faça um bom planejamento

Planejamento de seu e-commerce é o ponto inicial. Mais de 60% das lojas virtuais fecham em menos de 1 ano, por não ter um planejamento adequado. Faça um planejamento detalhado do seu projeto, analise o mercado em que vai entrar e coloque tudo isso no papel.

02 -Não pense em apenas vender

Mais importante que vender produtos você precisa cativar os seus clientes. Fidelização é a palavra chave para quem deseja crescer e se estabelecer no e-commerce. O cliente se tornará um canal de compartilhamento de seu produto, e com isso as vendas virão naturalmente.

03 – Escolha da plataforma

Para se ter um e-commerce é necessário possuir uma plataforma. Atualmente diversas empresas oferecem esse serviço e a melhor opção é sempre pesquisar, para que assim você possa avaliar qual se adéqua ao seu negócio. As mais utilizadas são Open Source e SaaS (Software as a Service).O ideal é no planejamento definir qual a melhor solução para seu negócio.

04 – Capriche no design

No digital o aspecto visual é um grande fator para atrair clientes. Para quem já tem uma loja física, é importante fazer seu cliente sentir o mesmo clima na loja e no e-commerce. Para quem está começando com as vendas, tente imprimir no layout do site uma marca pessoal que faça com que as pessoas identifiquem seu negócio rapidamente.

O design deve ser pensado para facilitar a navegação de seus clientes. Menus em locais estratégicos, atalhos para a home e facilidade de acesso ao carrinho de compras, são importantes.

Design de E-commerce

05 – Meios de Pagamento

Disponibilize diversos meios de pagamento no site de e-commerce, isso aumenta as suas chances de venda. Existem diversos sistemas que podem ser utilizados para isso, faça uma pesquisa e veja qual lhe atende da melhor forma. É necessário que seus clientes tenham total confiança na hora de efetuarem pagamentos. A segurança nas operações online deve ser tanto para o comprador quanto para o vendedor e equilibrar essa balança as vezes pode ficar complicado. Tome muito cuidado com o chargeback nas vendas por cartões de crédito.

06 – Marketing

A primeira coisa a se destacar que Marketing não é somente vendas, a venda é um dos itens do marketing, mas ele é muito mais que isso. E quando se está no mundo online o Marketing digital passa a ser o braço a ser utilizado.

Desta forma desenvolver um planejamento de marketing é necessário para que o e-commerce ganhe espaço e suas vendas sejam bem sucedidas. Invista em SEO (Search Engine Optimization), e em SMO (Social Media Optimization). Consulte estratégias de usar o Inbound Marketing em seu e-commerce.

07 – Redes Sociais

Usar ou não uma rede social não é mais a pergunta a ser feita, se você não tem um Fan page no Facebook, um perfil no Twitter, você já deixou de estreitar a comunicação de seu negócio com o seu cliente. Existem diversos casos de empresas que demoraram para usar as redes sociais e quando “acordaram” sua marca já estava lá e sendo usada para outros fins, um exemplo bem clássico, é o perfil Gina Indelicada, onde usando a imagem do bem conhecido “Palitos Gina” criou um perfil de humor .

Então planeje, e de defina em quais redes atuar. Qual é o perfil do seu negócio? Onde está o seu público-alvo? Com quais redes sociais ele interage mais? É importante utilizar esses espaços para estabelecer diálogos com os clientes, o que inclui responder aos comentários publicados por eles nas redes sociais. Mais do que divulgar um produto ou serviço, utilizar as redes sociais para transmitir informações e conceitos sobre tendências e lançamentos no seu segmento de negócio.

Redes sociais

08 – Monitore a venda e crie políticas de trocas e devolução

Defina a forma de entrega, se será feita por transportadora ou por meio dos Correios. mantenha sempre seu cliente informado sobre a entrega, pois com certeza ele estará monitorando a compra realizada, então aproveite e transforme isso de uma forma que ele se sinta exclusivo.

É importante também deixar claro é a política de troca dos produtos. O contato do cliente com o atendimento deve ser rápido e facilitado, para evitar transtornos que prejudiquem a imagem da empresa. Pois caso ele se sinta lesado vai colocar a reclamação de forma online, seja por meio das redes sociais, site como o Reclame aqui e até mesmo órgãos governamentais.

09 – Capacite seu pessoal

Comércio eletrônico é algo sério é necessário investimento em capacitação tanto dos gestores de e-commerce quanto nos colaboradores que irão controlar o sistema. Existem diversos cursos de e-commerce e de marketing digital, converse com consultores da área para ver qual atende melhor a sua empresa.

A alguns anos uma grande livraria do varejo, decidiu entrar no e-commerce e cometeu o erro de não treinar seus colaboradores, o resultado foi que não deram suporte para a quantidade de pesquisas, vendas e nem tinham logística para o mesmo, o resultado só não foi pior, porque quase não havia concorrência no segmento, hoje a resultado seria outro.

Por estar cada vez mais técnico o e-commerce precisa de profissionais que tenham conhecimento nas mais diversas áreas envolvidas no ambiente de negócios virtuais.

10 – Atualização

Que o mundo muda muito rápido, todos sabemos, no digital não seria diferente, melhor aqui muda muito mais rápido, quem a cinco anos conseguiria prever o quanto a tecnologia móvel teria de crescimento e o comércio eletrônico segue o mesmo caminho, é muito dinâmico e está em constante evolução.

Pense que seu e-commerce nunca está terminado, mas apenas em operação, todos os dias novas tendências surgem e você precisa se adaptar para não ficar para trás.

Esperamos que as 10 dicas acima possam ser úteis para que você possa entrar no mundo virtual, claro que em um artigo não é possível abordar tudo o que é importante para se criar um e-commerce, nem era esse o objetivo, mas sim apresentar que montar um e-commerce é sim possível, necessário e mais simples do que se possa pensar.

Basicamente, há três formas vender mais para os atuais clientes:

1- Vendendo um volume maior dos itens já consumidos por eles.

2- Vendendo produtos de maior valor agregado.

3- Vendendo mais itens do mix, inserindo novos produtos nos pedidos.

Porém, antes de definir qual será sua estratégia para ampliar a sua fatia em cada cliente da carteira, é preciso analisar o que está sendo feito no momento. Para isso, para início de conversa, é preciso responder a duas perguntas:

  • Quem são os vendedores que mais vendem para cada cliente?
  • Quem são os vendedores que atingem o ticket médio mais alto?

Depois de nomear os campeões de vendas, o segundo passo é entender por que determinados profissionais se destacam. Nesse momento, é preciso ir para a rua com eles. Observar, acompanhar de perto o trabalho desses vendedores de alta performance e entender o que os faz diferentes – porque, muitas vezes, quem se destaca naturalmente não sabe explicar como faz para se sobressair.

A partir desse acompanhamento, será possível transformar o desempenho dos bons profissionais em um processo que deverá ser seguido por todos na empresa e, assim, aumentar o ticket médio de cada venda ficará muito mais fácil.

Além das lições aprendidas com os vendedores que se destacam, o modelo que orientará o trabalho da sua equipe comercial no que diz respeito a vender mais para os atuais clientes precisa levar em consideração os seguintes fatos:

a) Vende mais para cada cliente quem faz contatos com maior frequência.

b) Vende mais para cada cliente quem tem uma carteira de clientes menor.

Não que esses dois pontos façam com que o resultado de vendas por cliente aumente naturalmente (nada acontecerá se a equipe não estiver capacitada e focada para isso – nem mesmo se as visitas aos clientes forem diárias), mas eles são um bom ponto de partida. Depois disso, chega o momento de definir qual será seu foco levando em consideração três possíveis estratégias:

1 – Vender maior volume dos itens já consumidos pelo cliente

Ganhar participação no cliente é uma ciência que exige muito planejamento. Para isso é preciso, em primeiro lugar, saber qual sua fatia atual no cliente. Uma conversa mais estratégica com ele é a chave para obter essa informação e, de quebra, descobrir quais são as perspectivas de crescimento que ele tem para o ano.

Essas duas respostas, quando somadas, permitem um belo planejamento de vendas e de aumento de participação. A tabela abaixo – totalmente fictícia – ilustra essa ideia:

Cliente Compra da sua empresa Compra total do segmento Participação Valor bruto
Santo Amaro Materiais de Construção R$ 500.000 R$ 3.000.000 17% R$ 2.500.000
Bom Tempo Materiais de Construção R$ 600.000 R$ 5.000.000 12% R$ 4.400.000

Para entender melhor esse conceito, com base no exemplo acima, faça a seguinte análise: se a Bom Tempo planeja crescer 15% em 2016 no segmento, isso significa que o produto dela naturalmente crescerá para R$ 690 mil – isso sem ganhar nenhuma participação. Se a empresa quiser crescer em participação no cliente, esse número ficará ainda maior. Isso mostra como dois números (a participação no cliente e a meta de crescimento do cliente no ano) abrem uma porta muito interessante para planejar o crescimento.

Em seguida, a Bom Tempo precisa identificar de quem terá que tirar participação para crescer. Para isso, deve estudar a concorrência e identificar as suas próprias fraquezas no cliente. A primeira tarefa pode ser delegada para os próprios vendedores, mas quem dará a resposta à segunda pergunta (“quais são as nossas fraquezas na sua empresa?”) será a equipe do cliente – sendo que, geralmente, dono e comprador costumam blindar bem essa informação, então o trabalho pode não ser dos mais fáceis.

Via de regra, isso é algo que precisa ser feito cliente a cliente. Se a carteira da equipe for muito grande, o foco deve estar nos clientes A e B, por potencial de compra, mas não pode deixar de ser feito. É o primeiro passo para conseguir aumentar o volume de vendas do que os clientes já consomem. O resto é consequência do trabalho bem feito!

2 – Vender produtos de maior valor agregado

A segunda forma de vender mais para os atuais clientes é bastante técnica. Por isso, exige atenção e cuidado.

Antes de mais nada, é preciso ter em mente que o produto de maior valor agregado normalmente deixa mais margem para a empresa que o vende, mas, em vários casos, o cliente não coloca margem maior sobre esses produtos. Seu papel, então, é demonstrar a possibilidade de ganho maior do cliente na venda de produtos de maior valor agregado, pois isso facilitará a inserção desses itens na venda. Ou seja, é necessário que o cliente entenda os benefícios que os produtos de maior valor agregado trazem para ele – seja porque geram maior produtividade ou porque ele pode ganhar mais dinheiro com eles. Mas, para isso, é preciso muito mais do que conversa – é preciso apresentar contas e planilhas,.

Nesse sentido, cabe a você, líder de vendas, garantir que seus vendedores saiam da empresa sempre preparados para mostrar, por “A + B”, que vale a pena, para os seus clientes, investir nesse tipo de produto.

3 – Vender mais itens do mix de produtos

A terceira maneira de vender mais para os atuais clientes é, também, a última preocupação apresentada pelos participantes da pesquisa que fizemos para entender o que mais aflige as equipes comerciais no momento: a venda de mix. Para Marcelo Caetano, para vender mais mix é preciso seguir seis passos (além do mapeamento de vendas, que deve ser feito anteriormente – quem são os vendedores que mais vendem, quanto vendem, etc.). São eles:

  1. Treinamento
  2. Campanha de incentivo específica para venda de mix
  3. Lançamento de produtos
  4. Inteligência de vendas
  5. Comunicação
  6. Organização da equipe comercial

Fonte: Venda Mais

 

 

A importância de estabelecer metas para a sua equipe
Escrito por Alexandre Rangel, especialista em gestão de pessoas

“Aquilo que não é medido, não pode ser acompanhado e, por conseguinte, não pode ser melhorado”. A frase foi dita por W.E.Deming, consultor americano que auxiliou a indústria japonesa a se tornar um padrão mundial em excelência da qualidade. Deming tinha toda razão. Se não medirmos o que fazemos, dificilmente poderemos iniciar melhorias.

Ainda sobre a questão de medição, há algum tempo tomei conhecimento de um estudo feito com um desportista com desempenho excelente. A cada dez saltos acertavam oito, um índice de acerto de 80%. Os estudiosos perguntaram ao atleta: “se retirarmos a barra, você acha que isso afetará seu desempenho?” Ele garantiu que não, e argumentou que o que importava era o seu treino no procedimento de salto e não a barra em si. Os pesquisadores pediram para o atleta realizar novamente uma série de dez saltos.

Sem o atleta saber, os pesquisadores colocaram um sensor eletrônico, na altura da barra que fora retirada. O objetivo era medir o desempenho do esportista nesta nova condição (de não ver a barra ser ultrapassada). Ele realizou a nova série de saltos conforme fora solicitado. Quando os estudiosos fizeram a aferição da altura registrada no sensor eletrônico, verificaram que o desempenho do atleta caiu para 40%. Esse estudo mostrou a importância de se ter uma meta visível.

Quando se trata de uma equipe de trabalho, o estabelecimento de metas é fundamental para melhorar o desempenho individual e do grupo.

Estabelecer metas pode parecer uma tarefa simples, mas definitivamente não é. Muitos empresários sentem dificuldades em gerenciar e obter resultados porque ficam sem dados objetivos para cobrar resultados.

Duas situações ilustram a necessidade em se elaborar o processo de estabelecimentos de metas:

– Dificuldades de cobrar resultados devido à subjetividade da meta: por exemplo, “melhorar a qualidade da entrega”. Melhorar em que? Em quanto? Como medir a melhoria da qualidade?;

– Dificuldades de cobrar os prazos: muitas vezes, a meta fica em “aberto” quanto ao prazo a ser atingida e assim fica difícil cobrar o resultado gerando desgaste e desentendimentos.

Para tornar o processo de estabelecimento de metas eficaz, faça sempre o seguinte “crivo”:

– Especifique: confira se a meta está bem especificada (por exemplo, reduzir custo de frete);

– Assegure-se de que a meta é mensurável: estabeleça a porcentagem ou um valor específico;

– Analise se é atingível: é factível atingir esta meta proposta nesse prazo?;

– Verifique a relevância: é uma meta relevante?;

– Estabeleça prazos: o tempo de execução está claro, está bem definido? Não há dúvidas quanto ao prazo?;

Se a meta que você estabelecer passar por este crivo haverá um efeito mobilizador tanto individualmente como na equipe.

Fonte: Exame

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel por ser usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, registrou variação de 1,52% em novembro contra 1,89% no mês de outubro. No ano, o índice acumula alta de 10% e, em 12 meses, de 10,69%.

Os números foram divulgados nesta sexta-feira (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede os preços no atacado, viu sua taxa diminuir de 2,63% para 1,93%. Contribuiu para este avanço o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de -1,70% para 12,29%.

Conhecido também como inflação do varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,90% em novembro, ante 0,64%, em outubro. A principal contribuição partiu do grupo alimentação (de 0,45% para 1,37%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que também é usado para calcular o IGP-M, mas com peso menor que os outros foi o único a mostrar resultado maior de outubro para novembro, passando de 0,27% para 0,40%.

Fonte: Portal G1

Otimismo chegou a 65,9 pontos, mas ainda é o terceiro menor nível desde março de 2010.

Com melhora da satisfação sobre o cenário atual, o Icom (Índice de Confiança de Comércio) subiu 4,6 pontos em novembro na comparação com o mês anterior e interrompeu série de cinco quedas seguidas, informou a FGV (Fundação Getulio Vargas) nesta quinta-feira (26).

O Icom chegou a 65,9 pontos, mas ainda assim esse é o terceiro menor nível da série iniciada em março de 2010.

“O resultado positivo de novembro, ainda que disseminado entre os segmentos do comércio, é insuficiente para alterar o cenário ainda desfavorável do setor. Serão necessários novos números favoráveis nos próximos meses para confirmar se este movimento não teria sido uma calibragem na avaliação das empresas após o registro do mínimo histórico no mês anterior”, avaliou o consultor da FGV/Ibre Silvio Sales.

O Índice da Situação Atual teve alta de 5,1 pontos e foi a 59,1 pontos, ainda o segundo menor nível da série. Já o Índice de Expectativas subiu 3,8 pontos, a 73,7 pontos, depois de atingir o menor nível da série no mês anterior.

Fonte: Portal R7

No clássico filme Campo dos Sonhos, o protagonista recebe a inspiração de uma voz imaginária: “se você construir, eles virão”. Esta frase ficou famosa no mundo dos negócios e acabou virando um lema para várias startups e empreendedores: concentre-se no desenvolvimento do seu produto e os clientes virão.

Se você é aquele empreendedor que vê vendas e marketing como um mal necessário ou se você está sofrendo com as turbulências na economia, nunca foi tão importante ter um foco especial em vendas e ser produtivo para converter qualquer oportunidade de negócio em receita.

Um bom plano de vendas deve ser curto, simples e direto ao ponto. Ele deve conter essencialmente os seus objetivos e metas de receita e as ações para conquistar novos clientes e crescer as vendas a partir dos clientes existentes.

Dia 8 de Dezembro, às 10h, o Salesforce e a Endeavor Brasil realizarão um webinar gratuito para você montar seu plano de vendas e vencer na crise. Mas, enquanto esse dia não chega, aqui vai uma prévia: conheça 4 estratégias práticas de crescimento em 2016.

Estratégia 1: defina sua meta

Este é um elemento crítico do plano de vendas pois definirá o seu ritmo de crescimento e a sua cadência de acompanhamento periódica de novas vendas. Estes são os principais pontos que você deve considerar ao determinar suas metas de vendas:

– Dado o seu planejamento estratégico e as oportunidades de negócios, qual a meta de crescimento que faz sentido para sua empresa?

– Qual o mix de vendas de clientes existentes vs. vendas de novos clientes que suportará este crescimento?

– Quais as restrições de capacidade do seu negócio? Por exemplo: se você planeja crescer 50% e isso significa contratar mais vendedores, você tem os recursos financeiros para aumentar o seu headcount?

Estratégia 2: ajuste o funil

O funil de vendas é um dos recursos mais importantes em gestão e planejamento de vendas e marketing. Essencialmente, o seu funil informa quão bem a sua empresa converte leads em clientes potenciais e, mais importante, clientes potenciais em clientes reais.

Construa um plano que permita a automação do seu funil de vendas para que você consiga gerir o volume sem perder o relacionamento personalizado com cada lead. Além disso, é fundamental que você consiga gerenciar as taxas de conversão entre os diferentes estágios do seu ciclo de vendas.

O mais importante na fase de planejamento de vendas é dimensionar o seu funil de vendas para a meta de crescimento estipulada a então identificar potenciais gargalos de vendas e marketing.

Alguns exemplos comuns de gargalos:

– Geração de leads: quantos leads você precisa gerar? Você terá os recursos de marketing necessários para isso, tais como orçamento de publicidade online/tradicional, canais de prospecção ativa etc.

– Qualificação: qual a taxa de conversão de leads para oportunidade de negócios que você precisará? Como ela se compara com o seu histórico de conversão?

– Dimensionamento do time de vendas: você tem a equipe necessária para gerir (e fechar!) todas as oportunidades?

Estratégia 3: Crescimento por Novos Clientes

Sua empresa tem dois motores de crescimento: fazer upsell/cross-sell nos atuais clientes e conquistar clientes novos. Na definição das suas metas você já estimou a taxa de novas vendas que deverão vir de novos clientes. Estes são os principais pontos a serem considerados para conquistar novos clientes:

– Comece definindo o seu mercado-alvo e mapeando os canais de marketing apropriados para conectar-se com esta audiência como, por exemplo, mídias sociais, marketing online, marketing de conteúdo, feiras e eventos ou teleprospecção.

– Use o seu funil de vendas para determinar quais os melhores leads (ou seja, aqueles com maior taxa de conversão) e concentre recursos nestes canais.

– Use indicações de clientes existentes – não só para dar credibilidade e validação ao seu produto, mas também peça aos seus clientes que indiquem outras empresas ou pessoas que teriam interesse no que você vende.

– Incentive a sua força de vendas a conquistar novos clientes. Você pode fazer isso com premiações por clientes novos ou comissionamento diferenciado.

– Construa um painel de controle de atividades relacionadas a novos clientes que mostre indicadores como quantidade de cold calls realizados, quantidade de reuniões com clientes em potencial, propostas enviadas etc.

Estratégia 4: Crescimento por Clientes Existentes

Conquistar novos clientes é ótima e dá o oxigênio necessário para a sua empresa crescer. Porém, é também a forma mais cara de crescer.

Portanto, em tempos de crise, é fundamental que você tenha uma boa estratégia de fidelização de clientes e crescimento baseado em clientes existentes. Estes são os aspectos fundamentais que você deve considerar:

– Invista na satisfação dos seus clientes e ouça atentamente o feedback deles sobre seus produtos e serviços. Você pode usar pesquisas de satisfação e focus groups para ter dados estruturados sobre a percepção de seus clientes.

– Análise de “Gap”: faça um mapeamento de seus clientes atuais e identifique quais produtos você pode vender para cada um deles.

– Desenvolva ações de relacionamento com os seus clientes existentes e aproveite para aprofundar o seu conhecimento sobre os clientes.

– Tenha um sistema de automação, como um CRM, que permita que você gerencie volume de clientes com atendimento personalizado.

– Assim como para clientes novos, construa um painel de controle de atividades relacionadas a clientes existentes que mostre indicadores como quantidade de visitas, quantidade de ligações, propostas enviadas etc. Estes painéis também o ajudarão a entender quais representantes de vendas têm mais perfil de cuidar de clientes da base ou para conquistar novos clientes.

Em 2016, os empreendedores brasileiros estarão concentrados em aumentar a produtividade de vendas das suas empresas. Para isso, é fundamental investir em planejamento e automação. Estas são algumas dicas práticas para você elaborar o seu plano de vendas de 2016 e bater as suas metas de crescimento e lembre-se , “se você vender, eles virão”.

Bons negócios!

Fonte: Exame 

Durante palestra na HSM Expomanagement, evento para gestores de empresas realizado na semana passada, em São Paulo, o empresário Abilio Diniz falou sobre a crise que afeta o país, que, em sua opinião, é mais política do que econômica, e deu dicas para empreendedores saírem fortalecidos dela.

“Temos uma crise política no Brasil, e, no momento em que ela passar, vamos superar a crise econômica. Digo isso porque já atravessei momentos mais difíceis na minha vida enfrentando crises econômicas mais graves do que essa. Tenham esperança que vamos superar”, afirmou.

Depois de ficar anos à frente do GPA (Grupo Pão de Açúcar), fundado por seu pai, Diniz agora preside o Conselho de Administração da Península, gestora de investimentos de sua família, que controla as operações da BRF e do Carrefour Brasil.

Veja abaixo quatro dicas para enfrentar a crise e, na sequência, quatro “segredos” de gestão do empresário:

DICA 1: Tenha espírito de sobrevivência

“Numa crise, a primeira coisa a fazer é ter espírito de sobrevivência, porque, se não sobreviver, o esforço não vale nada”, diz. O empresário afirma que, em momentos difíceis, há os que se abatem e choram e os que vão à luta e vendem lenços. Ele diz se encaixar no segundo grupo e recomenda que os outros façam o mesmo.

“Olhe a crise como um todo. Não apenas a crise que estamos vivendo, mas o que acontece em geral. Olhe o que está vivendo nosso vizinho, nosso competidor, nosso parceiro, para ter uma ideia geral e relativizar o que está se passando conosco”, afirma.

DICA 2: Mantenha o olho no caixa

Segundo o empresário, a má administração das finanças é um veneno maior para a empresa do que uma crise econômica. Mas, em momentos de turbulência econômica, o controle sobre o caixa deve ser ainda mais rigoroso. “Por mais problemas e dificuldades que tiver, nunca descuide do caixa”, declara.

DICA 3: Melhore em vez de culpar os outros

Olhe para o espelho e não para a janela, diz o empresário. “Quando você olha para si mesmo, você tem controle sobre o que vê e sobre suas ações. Pergunte-se o que você pode fazer e o que você deixou de fazer. Quando você culpa terceiros, você não pode agir sobre eles. O que está do lado de fora pode até ser importante, mas você não controla”, diz.

DICA 4: Preveja tendências

Tentar prever o futuro, sem descuidar do dia a dia da empresa, é razão de sucesso nos negócios, de acordo com Diniz. “Se você souber o que vai acontecer, quais são seus planos para quando a crise acabar, você sai mais forte”, afirma.

SEGREDO 1: Seguir um propósito

Segundo Diniz, empresas que têm um propósito que vai além do seu negócio principal são mais fortes. “Podem dizer que ninguém é insubstituível, mas quem substituiu Mozart, Beethoven, Schubert? O propósito é lutar para ser você mesmo.”

Para ele, as pessoas são o ativo mais importante de uma empresa, por isso, é importante estabelecer uma cultura que seja compartilhada por todos.  “A cultura que eu sempre persegui, mais do que a baseada em resultados, é a baseada em pessoas”, afirma.

SEGREDO 2: Liderar sem centralizar

Para Diniz, um bom líder é aquele capaz de tirar o melhor de cada um dos seus liderados, que faz com que todos deem o melhor de si, em prol de um benefício coletivo.  “Procure primeiro conhecer a si próprio, reconheça e trabalhe suas franquezas, tenha objetivos claros. Conecte as pessoas que estão abaixo de você, capacite seus times.”

O passo seguinte é identificar funções na empresa que tenham a ver com as pessoas e oferecer autonomia. “Ponha as pessoas certas nos lugares certos e deixe que elas tomem as decisões”, diz Diniz. Para ele, neste sentido todas as empresas são iguais: precisam de talentos bem aproveitados e processos estabelecidos.

SEGREDO 3. Evitar reuniões

Para ele, simplificar processos é o segredo de uma gestão de alta performance. Com isso, segundo ele, não há necessidade de reuniões. “Reunião é um problema. As pessoas fazem reunião porque não sabem o que fazer ou para dividir a responsabilidade se algo der errado. Quando você tem processos bem simplificados, o resultado é quase ausência de reuniões”, afirma.

SEGREDO 4. Ser um sonhador

O empresário definiu valores que considera importantes para sua vida e os usa como guia, inclusive na condução dos negócios. São eles: humildade, determinação, disciplina e equilíbrio emocional. “Na vida, temos muitos papéis e atividades. Sabedoria é conseguir mantê-los em equilíbrio”, afirma.

Ele diz que se considera um sonhador insatisfeito e recomenda que as pessoas sonhem alto e busquem a realização. “Tenho sempre minhas ambições, mas tem algo que é muito importante: você não pode amar só o que ambiciona, tem que amar o que já tem. Se você vive só da ambição, não aproveita o que já conquistou”, diz.

Fonte: Portal UOL

Após piorar a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, o governo admitiu oficialmente, nesta segunda-feira (23), que o nível de atividade da economia deverá registrar um desempenho pior no ano de 2016 e, também, que deverá arrecadar menos com um eventual retorno da CPMF do que estimado anteriormente, em setembro.

Em mensagem enviada à Comissão Mista de Orçamento (CMO), o Ministério do Planejamento estimou um “encolhimento” de 1,9% para o PIB no ano que vem, contra a previsão anterior de um recuo de 1%.

O governo tem informado que utiliza as projeções do mercado financeiro para as suas estimativas oficiais. Se a previsão se concretizar, será a primeira vez que o país registrará dois anos seguidos de contração na economia – a série histórica oficial, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem início em 1948.

Para os economistas do mercado financeiro, o PIB deverá registrar uma contração de 3,15% neste ano e de cerca de 2% em 2016. As previsões foram feitas na semana passada e divulgadas também nesta segunda-feira pelo Banco Central, que faz levantamento com mais de 100 instituições financeiras.

Inflação

Para o comportamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial, o governo também enviou nova estimativa para o ano que vem – com piora.

No documento enviado ao Legislativo, o governo passou a prever uma alta de 6,47% para o IPCA do próximo ano, conta a previsão anterior, feita há menos de um mês atrás, de 5,94%.

O mercado financeiro, porém, já acredita que a inflação deverá estourar o teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro no próximo ano – somando 6,64%.

Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o IPCA, que serve de referência, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Menos recursos com a CPMF

Para completar o quadro, a equipe econômica também admite que deve arrecadar menos recursos com a Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF) em 2016.

Ao anunciar em meados de setembro um pacote com propostas de aumento de tributos e cortes de gastos, para tentar atingir a meta de superávit primário (economia feita para pagar os juros da dívida pública) de R$ 43,8 bilhões – o equivalente a 0,7% do PIB para todo o setor público – o governo anunciou que esperava arrecadar R$ 32 bilhões com o retorno da CPMF, levando em consideração que também haveria redução da alíquota do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF).

Nesta segunda-feira (23), porém, em mensagem enviada ao Congresso Nacional, o Ministério do Planejamento fala que, se a CPMF for aprovada em dezembro deste ano, com início da tributação a partir de abril de 2016 (pois existe a noventena para início da cobrança), o ganho “líquido” projetado (considerando a redução da alíquota do IOF) será de R$ 24 bilhões no próximo ano.

O número representa uma perda, portanto, de R$ 8 bilhões em relação ao que era esperado em setembro, quando o pacote foi anunciado.

O Ministério do Planejamento enviou ainda exercícios feitos pela Secretaria da Receita Federal. Por estes, se o tributo for aprovado em fevereiro, com tributação sendo iniciada em junho, o valor arrecadado seria de R$ 18,46 bilhões em 2016.

Se for promulgada somente em maio, com início da cobrança em setembro, a arrecadação seria de R$ 10,15 bilhões em 2016 e, se passar em agosto de 2016, com início da tributação em dezembro, a arrecadação seria de somente R$ 1,84 bilhão no ano que vem.

A CPMF enfrenta fortes resistências na sociedade e entre os parlamentares, e sequer começou sua tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) – o primeiro passo no Congresso Nacional.

Depois disso, ainda teria de passar por uma comissão especial e por duas votações no plenário da Câmara, além de comissões e duas votações no plenário do Senado Federal para ter validade. Nos plenários da Câmara e do Senado, precisa do apoio de 3/5 dos parlamentares. Também seria preciso esperar o prazo de 90 dias para começar a produzir efeitos na arrecadação.

Fonte: Portal G1

As empresas sabem que as emoções movem o comportamento do consumidor na jornada de consumo. Mas a maioria não tem idéia de como motivar os consumidores para o conseguir o comportamento desejado, projetando estratégias de marketing que forneçam uma nova fonte de vantagem competitiva.

O artigo “A Nova Ciência das Emoções do Consumidor” publicado na Revista Harvard Business Review de novembro (https://hbr.org/2015/11/the-new-science-of-customer-emotions) revela que quando uma empresa se conecta com as emoções dos consumidores, a recompensa pode ser enorme. Todavia, a construção de tais conexões é muitas vezes mais adivinhação do que ciência.

Para resolver esse problema, os especialistas Scott Magids, Alan Zorfas e Daniel Leemon criaram um léxico de quase 300 “motivadores emocionais”, por meio de um robusto estudo científico que durou oito anos e utilizou análises de big data (mais de um bilhão de dados, incluindo informações sociodemográficas e reais de compras) e pesquisa com mais de 400 marcas de 30 setores diferentes. Por meio de técnicas analíticas, eles determinaram que motivações emocionais são mais poderosamente associadas ao comportamento do consumidor e a geração de valor ao cliente.

A pesquisa corrobora que é possível medir rigorosamente e atingir estrategicamente os sentimentos e emoções que motivam os consumidores. Denominados de “motivadores emocionais” esses fatores proporcionam um indicador mais eficaz para medir o valor futuro dos clientes do que as tradicionais métricas de pesquisas de satisfação e consciência da marca, podendo representar uma nova e importante fonte de crescimento e rentabilidade para os negócios.

No nível mais básico, qualquer empresa pode começar um processo estruturado de aprendizagem sobre os motivadores emocionais de seus clientes e avaliar os resultados. Já empresas grandes podem investir em pesquisa e análise de big data além de consultorias especializadas para integrar a conexão emocional à estratégia e funções da cadeia de valor do negócio para atrair e manter os clientes mais valiosos.

De acordo com os autores, embora marcas possam ser benquistas e confiáveis, a maioria não consegue alinhar-se com as emoções que impulsionam os comportamentos de seus clientes mais rentáveis. Algumas marcas, por natureza, tem mais facilidade para fazer essas conexões, mas a empresa não tem que nascer necessariamente com o DNA emocional da Disney ou da Apple para ter sucesso. Mesmo um produto de limpeza ou um alimento enlatado pode forjar conexões poderosas.

O artigo cita o exemplo de um grande banco que introduziu um cartão de crédito especialmente concebido para inspirar uma conexão emocional com consumidores da “geração milênio”, que aumentou o uso no segmento em 70% e gerou um crescimento de 40% em novas contas.

O cliente está emocionalmente ligado a uma marca quando ela se alinha com as motivações do individuo e ajuda-os a preencher desejos profundos e muitas vezes inconscientes.

Dentre as centenas de “motivadores emocionais” os autores destacam os 10 desejos que significativamente tem mais valor para os consumidores:

– Desejo de sobressair-se dentre a multidão;

– Tem confiança no futuro;

– Desfrutar de uma sensação de bem-estar;

– Ter uma sensação de liberdade;

– Sentir uma sensação de emoção;

– Ter um sentimento de pertencimento;

– Proteger o meio ambiente;

– Ser a pessoa que se deseja ser;

– Sentir segurança;

– Ser bem sucedido na vida.

As empresas podem alavancar esses motivadores emocionais abordando os desejos do consumidor por meio de estratégias e projetos que auxiliem os clientes. Por exemplo, construindo uma marca que seja capaz de projetar uma identidade social única e fazendo o cliente ser visto como especial para satisfazer o desejo de se destacar da multidão; promover uma experiência visceral, prazer e emoção esmagadora, levando o consumidor a participar de eventos emocionantes e divertidos para satisfazer sua necessidade de sentir emoção; e estimular o consumidor a sentir que ele leva uma vida significativa e pode encontrar valor em coisas que vão além de medidas financeiras ou socioeconômicas.

A pesquisa sugere que os clientes se tornam mais valiosos em cada passo de uma “via de conexão emocional” previsível à medida que eles fazem a transição através de quatro níveis: de (1) ser desconectado emocionalmente para (2) estar muito satisfeito com a empresa (3) perceber a diferenciação de marca para (4) sendo totalmente conectado. Ao contrário da crença convencional, esta via, que é uma orientação importante de onde a empresa deve investir mais, revela que elevar os clientes da escala 3 para 4 pode elevar em até três vezes mais a rentabilidade do que ir do 1 para o 2 e transformar clientes insatisfeitos em satisfeitos.

Oportunidades de crescimento orientadas à conexão emocional existem em toda a experiência do cliente, e não apenas no tradicional posicionamento de marca e publicidade. Por exemplo, a mídia social pode ter um grande impacto sobre a conexão emocional. O artigo traz o exemplo de uma marca de condimentos que descobriu que 60% de seus seguidores no Facebook, Twitter e Pinterest, versus 21% de todos os clientes, eram emocionalmente conectados. Ela acelerou o crescimento em questão de meses, aumentando seu foco no desenvolvendo da sua comunidade de clientes on-line, e linkando para o site de receitas e promoções da empresa.

Os autores descrevem como as empresas podem identificar e alavancar os motivadores específicos que irão maximizar sua vantagem competitiva e crescimento. O processo pode ser dividido em três fases.

Em primeiro lugar, as empresas devem registrar e analisar seus dados de pesquisa de mercado e visão dos consumidores, sobretudo os mais rentáveis, procurando descrições qualitativas do que motiva os desejos e necessidades de seus clientes – aspirações de liberdade, segurança, sucesso, e assim por diante. Clientes de automóveis de luxo, por exemplo, podem querer “sentir um sentimento de pertencimento” e “sentir uma sensação de liberdade”.

Em segundo lugar, as empresas devem analisar os seus melhores clientes para saber qual dos motivadores identificados são específicos ou mais importantes para o grupo de maior valor. Eles devem, em seguida, encontrar os dois ou três destes principais motivadores que têm uma forte associação com a sua marca. Isso fornece um guia para as emoções que eles precisam se conectar para crescer no segmento de seus clientes mais valiosos.

Em terceiro lugar, as empresas precisam comprometer toda a organização a utilizar a conexão emocional com os clientes como uma alavanca fundamental para o crescimento.

De acordo com os autores, abraçar uma estratégia de conexão emocional em toda a organização exige profundos insights do cliente, capacidade analítica, e, acima de tudo, um compromisso de gestão para alinhar a organização com o novo modo de pensar.

O advento de análises de big data trouxe clareza, disciplina e rigor ao desejo de longa data das empresas para se conectar com as emoções do cliente que realmente importam. Conexões emocionais já não têm de ser um mistério – elas podem ser uma nova fonte de vantagem competitiva real e de crescimento para as empresas.

Por: Marco Morsch

Fonte: Administradores

A presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira, 19, a governadores do Nordeste que a CPMF é a única aposta do governo para reequilibrar as contas públicas no ano que vem. Por isso, a presidente decidiu intensificar as articulações pela recriação da CPMF. Além de dar declarações públicas a favor do novo imposto, Dilma vai reforçar o apelo para que governadores e prefeitos ajudem a garantir a aprovação da medida no Congresso.

Dilma ouviu dos governadores nordestinos que a resistência à proposta diminuiu e obteve a garantia de que eles vão trabalhar para convencer deputados e senadores a votarem a favor do novo tributo. Segundo um dos governadores que esteve com Dilma, cresce o sentimento de que a volta do chamado “imposto do cheque” é o caminho possível para melhorar o ambiente econômico. Isso porque, até agora, nem o governo nem a oposição conseguiram sugerir outra alternativa concreta nesse sentido.

Resistência. Mesmo assim, a proposta ainda encontra muita resistência no Congresso, até entre membros da base aliada. Apesar de a presidente ter encaminhado ao Congresso na última quarta-feira uma alteração na lei orçamentária de 2016, para incluir na previsão de receitas a volta da CPMF, o relator-geral do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP-PR), disse considerar “difícil” a manutenção do imposto sobre cheques na proposta orçamentária.

Ele lembrou que, no pedido de alteração, o governo estimou a arrecadação do imposto em R$ 32 bilhões. Essa previsão significa que a proposta de emenda à Constituição (PEC) do retorno da CPMF teria de ser aprovada pelo Congresso até o final do ano. Barros ressaltou que a PEC está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e ainda não tem sequer relator designado. O que significa que a medida ainda tem uma longa tramitação no Legislativo. “É totalmente fora de possibilidade”, avaliou o deputado, que também é vice-líder do governo na Câmara.

Fonte: Estadão

Novidades


E-commerce, uma realidade cada vez mais presente

Sim, o e-commerce está cada vez mais presente em nosso dia a dia, é comum hoje ao consumidor, antes de efetuar a compra fazer uma pesquisa online do produto, analisar comentários, avaliações e preços e apenas depois efetuar a compra. Mesmo quando ele opta em ir até a loja física,…

3 formas de vender mais para os atuais clientes

Basicamente, há três formas vender mais para os atuais clientes: 1- Vendendo um volume maior dos itens já consumidos por eles. 2- Vendendo produtos de maior valor agregado. 3- Vendendo mais itens do mix, inserindo novos produtos nos pedidos. Porém, antes de definir qual será sua estratégia para ampliar a…

Por que você deveria estabelecer metas para sua equipe

A importância de estabelecer metas para a sua equipe Escrito por Alexandre Rangel, especialista em gestão de pessoas “Aquilo que não é medido, não pode ser acompanhado e, por conseguinte, não pode ser melhorado”. A frase foi dita por W.E.Deming, consultor americano que auxiliou a indústria japonesa a se tornar…

Inflação do aluguel acumula alta de mais de 10% em 1 ano, diz FGV

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel por ser usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, registrou variação de 1,52% em novembro contra 1,89% no mês de outubro. No ano, o índice acumula alta de 10% e, em 12 meses, de 10,69%. Os…

Confiança do comércio sobe em novembro e interrompe série de cinco quedas

Otimismo chegou a 65,9 pontos, mas ainda é o terceiro menor nível desde março de 2010. Com melhora da satisfação sobre o cenário atual, o Icom (Índice de Confiança de Comércio) subiu 4,6 pontos em novembro na comparação com o mês anterior e interrompeu série de cinco quedas seguidas, informou…

4 estratégias para vender melhor e vencer a crise

No clássico filme Campo dos Sonhos, o protagonista recebe a inspiração de uma voz imaginária: “se você construir, eles virão”. Esta frase ficou famosa no mundo dos negócios e acabou virando um lema para várias startups e empreendedores: concentre-se no desenvolvimento do seu produto e os clientes virão. Se você é…

Sindilojas Curitiba

O Sindilojas Curitiba quer manter os seus associados bem informados sobre o que vem fazendo em benefício do setor.

Parceiros

  • Federação do Comércio
  • http://aopontonews.wix.com/aopontonews
  • http://www.ifpdpr.com.br/
  • Edu Garcia
  • Multimidia e Arte